Guia 4-3-3 do Brasileirão 2018 – Botafogo
14 de abril de 2017

 

O Botafogo começou o ano como incógnita, muitas mudanças, saídas de treinador e jogadores importantes, e oficialização de um técnico que vinha de dentro do clube, assim como Jair, alimentaram ainda mais a incerteza sobe o time. Os seus torcedores desenvolviam o otimismo no pessimismo e o pessimismo no otimismo

INICIO DESASTROSO E O RESSURGIMENTO ESPERANÇOSO

Felipe Tigrão (Conceição) começou o ano promovido de assistente para treinador, com nova proposta de estilo de jogo que prometia o Botafogo com mais posse de bola não conseguiu implantar suas ideias, era criticado pelo fraco desempenho em campo, foram apenas duas vitórias de placar magro nos primeiros jogos, mas a realidade bateu a porta com a trágica eliminação para a Aparecidense na Copa do Brasil, além do resultado o time foi criticado igual o seu treinador pela apatia, o fim do ciclo do Felipe Conceição veio com a derrota, eliminação e “chororô” na semifinal da Taça Guanabara contra o Flamengo.

Para Taça Rio chegou Alberto Valentim, apesar do time continuar ganhando apenas por placares de diferença mínima mostrou uma postura diferente em campo, mais aguerrido em campo, passou a ter mais intensidade e agradar ao torcedor, peças novas e novos posicionamentos fizeram a equipe em campo jogar melhor, mas aí veio a baque, na última rodada da Taça Rio, João Paulo, o principal jogador do time até então sofreu uma fratura, mais uma vez os jogadores tiveram que se reagrupar, o time bateu o Vasco e foi a final da Taça Rio e passou pelo Flamengo na semifinal “que contava” no Carioca e se tornou campeão com gol aos 49 do segundo tempo do já quase ídolo Carli e defesas do Gatito nos pênaltis.

O BRILHO E A ESCURIDÃO

O Botafogo recuperou com Alberto Valentim a entrega e o espírito guerreiro que deixava seu torcedor feliz, também a velocidade que o time emprega pelas laterais são os principais pontos positivos do time, além da marcação com intensidade com todos os seus jogadores e que incomoda os adversários.

Valentim deu outra cara ao Botafogo.

As lesões na reta final do campeonato estadual escancarou uma das coisas que podem afetar o time da Estrela Solitária, seu curto elenco, com recursos limitados desde quando foi revelado o tamanho da sua dívida o time trabalha com orçamento curto e isso resulta em elenco limitado. Além desse ponto fraco, outra coisa que incomoda os botafoguenses é o cobertor curto, quando o time vai bem no ataque não é seguro na defesa (exemplo foram os 3×2 contra o Vasco), ou quando vai bem defensivamente tem dificuldade pra criar (coisa que vem desde a temporada passar.

COMO JOGA

O Botafogo joga num 4-3-3 diferente do 4-3-1-2 do ano passado, o time aposta nos pontas velozes e em sua dupla de zaga nesse esquema, que perdeu uma engrenagem importante (João Paulo) e pode mudar as peças de jogo para jogo e por causa das lesões.

Time base: Gatito; Marcinho, Carli, Igor Rabello, Moisés (Gilson); Marcelo, Lindoso, Renatinho; Léo Valencia, Luis Fernando, Brenner (Kieza). Téc: Alberto Valentim.

Com alguns reforços parte dos torcedores e elenco imaginam o time brigando por uma vaga na Libertadores, mas a realidade pode ser mais dura no nacional do que se pensa, apesar de muitos subestimarem o desempenho do time e dizer que ele é um dos candidatos do rebaixamento a projeção é ficar ali na parte da metade ou metade de baixo da tabela, mas se lesões forem evitadas e uma boa sequência o time pode surpreender novamente.

O Glorioso estreia dentro de casa segunda-feira, dia 16, no Nilton Santos contra o Palmeiras.

Folheie o álbum 4-3-3 completo

 

Avatar
Postado por Earvin Caetano 23 anos, baiano de Bom Jesus da Lapa oeste do estado da Bahia, começou a olhar o futebol e refletir sobre ele quando viu que sozinho não ganharia no grito.